domingo, 19 de junho de 2011

Escola Maria Olívia ( Extensão) promove a PAZ na Escola





Aproveitando o tema da passeata pela PAZ promovida pelas escolas estaduais, a Escola Municipal Maria Olívia Alves Pontarolo ( Extensão), desenvolveu um grande projeto trabalhando sobre o tema com seus alunos.




Desde seu enquadramento cultural, paz e violência se aprendem. A compreensão de novos paradigmas privilegia a via educativa, entendendo a educação como um dos mapas sociais que possibilitam orientações novas, reorientações e mudanças de posicionamentos, neste contexto,  o Projeto PAZ NA ESCOLA  teve por objetivo  compartilhar conhecimento gerador de reflexões e transformações efetivas em prol da prática pacífica diária, discutindo  os principais aspectos de influência para a ocorrência de situações de violência na escola, trabalhando na busca de algumas soluções, como por exemplo, e investir na melhoria da relação professor-aluno e mobilizar a comunidade escolar, numa abordagem de intervenção educativa e integrativa, provocando atitudes de reflexão e ação pessoal, familiar e social para paz.
Profesoras confeccionando Bandeira "PAZ Imbituva"


Através de debates e palestras buscou-se diagnosticar a situação pessoal, relacional, espacial e estrutural da comunidade escolar.




Buscou-se também, sensibilizar artisticamente a comunidade escolar para uma cultura de paz, reconstruindo conceitos de cidadania e educação







Professores e alunos promoveram uma BLITZ :




A escola deve ser vista como extensão do lar. Com sua missão de ensinar, formar, informar e construir uma sociedade mais solidária, justa, humana e, sobretudo, comprometida com o bem estar do cidadão e com o desenvolvimento do estado. É esperança e certeza de dias melhores. Modelo de procedimento ético e de manifestação cultural. Tem muito a ver com família, que por sua vez, deve ser expressão máxima do amor manifestada pela felicidade de todos. Não justifica nem se pode permitir, em sã consciência, que sua função primeira e sagrada seja desvirtuada. Professor, aluno, funcionário e comunidade envolvidos, somando esforços de forma harmoniosa, constroem civilização, qualificação e PAZ.




 






quinta-feira, 16 de junho de 2011

Projeto teatral incentiva leitura e contação de histórias ( destaque no Jornal Hoje Centro Sul)

Os alunos têm liberdade quanto a adaptação e interpretação das fábulas
Imbituva – Desde fevereiro deste ano, o projeto “Pequenos Contadores de Histórias” que faz parte do grupo de teatro “Fazedores de Ilusão”, vem sendo desenvolvido na rede municipal de ensino com alunos de oito a 15 anos. A iniciativa faz parte da proposta de recontar clássicos da literatura através do teatro e, dessa forma, incentivar o hábito de ouvir e ler histórias entre os alunos.
O professor de artes e um dos coor-denadores do projeto, Angelo Colesol, conta que a princípio foram escolhidas quatro histórias clássicas – Chapeuzinho Vermelho, Cinderela, Branca de Neve e Três Porquinhos.
“Coube aos alunos, a livre adaptação para o teatro das fábulas, elas foram reescritas, acrescentaram ou excluíram-se personagens. Os alunos criaram pequenos cenários, figurinos, estudaram marcações cênicas, psicologia e vozes dos personagens. A trilha sonora foi retirada de clássicos eruditos remixados. Também utilizaram fantoches, máscaras, aventais de contação e bonecos”, explica.
Segundo o professor, estiveram envolvidos no projeto os pais dos alunos de teatro, colaborando na confecção de figurinos e empréstimo de elementos de cena, os professores e coordenadores dos Cmei’s do município.
“O projeto foi um pontapé para estimular o hábito à leitura e contação de histórias. Para os CMEIS ele continua com um novo projeto:’Rodenilda em Ação’. Cada CMEI receberá uma mala repleta de livros e CDs com histórias infantis, fantoches e aventais de contação que ficará à disposição de professores e alunos, durante um mês. Tudo será registrado num diário itinerante que passará pelos quatro CMEISs do município. Tivemos um resultado positivo, inclusive recebemos convite para nos apresentarmos em outras escolas e instituições sociais”, destaca.

Responsabilidade ambiental
Colesol afirma ainda que são estimuladas ações dentro do contexto de que a reciclagem pode ser dinamizada com ações integradas e consolidar-se como uma atividade promissora. “Os benefícios serão amplos para a sociedade e para a formação de cidadãos mais responsáveis quanto à necessidade de uma melhor qualidade ambiental”, frisa.
O grupo de teatro da Secretaria Municipal de Educação e Cultura prepara sua nova produção. Uma peça de teatro baseada na ópera “A Flauta Mágica” ( Die Zauberflote), de Mozart.
“O texto está sendo adaptado para o português, em uma versão reduzida e adaptada ao público infanto-juvenil. A estreia está prevista para o mês de setembro”, informa. Todos os figurinos e cenários serão feitos com reaproveitamento de materiais e lixo reciclado.
“Para que a obra literária seja utilizada como um objeto mediador de conhecimento, ela necessita estabelecer relações entre teoria e prática, possibilitando ao professor atingir determinadas finalidades educativas”, conclui.
Texto: Adriana Souza, Da Redação
Fotos: Grupo de teatro

Publicado na edição 573, em 15 de junho de 2011

Fonte  http://www.hojecentrosul.com.br/destaques/projeto-teatral-incentiva-leitura-e-contacao-de-historias/

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Projeto "Rodenilda em Ação"

O  projeto "Rodenilda em Ação" surgiu da necessidade de reconhecer a importância da literatura infantil e incentivar a formação do hábito de leitura nos CMEIs de Imbituva, na idade em que todos os hábitos se formam, isto é, na infância. .Neste sentido, a literatura infantil é um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, emoções e sentimentos de forma prazerosa e significativa.


 
A Rodenilda permanecerá em cada CMEI durante 20 dias, neste período  deverá ser  registrado no “Caderno de Registros”, os livros que foram lidos e as atividades desenvolvidas pelo professor.


  Algumas das atividades que serão realizadas pelos professores:

 Ø      Leitura do professor em voz alta e pelos alunos dos livros apresentados;
 Ø      Ilustração das histórias lidas;
 Ø      Reescrita das histórias lidas para confecção de livrinhos;
Ø       Estudo dos personagens das histórias;
Ø      Exibição de filme sobre as histórias lidas;
Ø      Cantar músicas que apareçam nas histórias;
Ø      Encenação das histórias com fantoches;
Ø      Produção de cartazes sobre as histórias;
Ø      Trabalho com massa de modelar sobre os personagens da história lida;
Ø      Sarauzinhos: contação de histórias ou declamação de poeminhas;

Professores que oferecem pequenas doses diárias de leitura agradável, sem forçar, mas com naturalidade, desenvolverão na criança um hábito que poderá acompanhá-la pela vida afora. Para desenvolver um programa de leitura equilibrado, que integre os conteúdos relacionados ao currículo escolar e ofereça uma certa variedade de livros de literatura como contos, fábulas e poesias, é preciso que o professor observe a idade cronológica da criança e principalmente o estágio de desenvolvimento de leitura em que ela se encontra. De acordo com Sandroni & Machado (1998, p.23) “o equilíbrio de um programa de leitura depende muito mais do bom senso e da habilidade do professor que de uma hipotética e inexistente classe homogênea”.
Assim, as condições necessárias ao desenvolvimento de hábitos positivos de leitura, incluem oportunidades para ler de todas as formas possíveis. Freqüentar livrarias, feiras de livros e bibliotecas são excelentes sugestões para tornar permanente o hábito de leitura.
Num mundo tão cheio de tecnologias em que se vive, onde todas as informações ou notícias, músicas, jogos, filmes, podem ser trocados por e-mails, cd’s e dvd’s o lugar do livro parece ter sido esquecido. Há muitos que pensem que o livro é coisa do passado, que na era da Internet, ele não tem muito sentido. Mas, quem conhece a importância da literatura na vida de uma pessoa, quem sabe o poder que tem uma história bem contada, quem sabe os benefícios que uma simples história pode proporcionar, com certeza haverá de dizer que não há tecnologia no mundo que substitua o prazer de tocar as páginas de um livro e encontrar nelas um mundo repleto de encantamento.
Se o professor acreditar que além de informar, instruir ou ensinar, o livro pode dar prazer, encontrará meios de mostrar isso à criança. E ela vai se interessar por ele, vai querer buscar no livro esta alegria e prazer. Tudo está em ter a chance de conhecer a grande magia que o livro proporciona. Enfim, a literatura infantil é um amplo campo de estudos que exige do professor conhecimento para saber adequar os livros às crianças, gerando um momento propício de prazer e estimulação para a leitura.






quinta-feira, 9 de junho de 2011

Grupo de Teatro "Fazedores de Ilusão" é destaque no Diário dos Campos

Incentivar a formação de novos leitores. Esta é a proposta do projeto “Pequenos Contadores de Histórias”, que integra as atividades do grupo de teatro ‘Fazedores de Ilusão’, de Imbituva. A iniciativa busca recontar clássicos da literatura através do teatro. Os 17 atores, que têm entre 8 e 15 anos, realizaram pesquisa sobre o conto, produção de roteiro e adaptação para o teatro, além da produção de cenário e figurino. Os contos trabalhados este ano são Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve, Cinderela e Os três porquinhos.
Angelo  Colesel, professor de arte e assessor de Cultura da Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Imbituva, explica que o grupo de teatro foi criado em 2007 a partir de aulas de expressão corporal. “Participamos de festivais em Irati e Ponta Grossa”, conta. Então, segundo Colesel, surgiu a ideia de trabalhar com contação de história nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIS). “Os atores trabalham com fantoches, aventais de contação e fantasias muitas vezes desenvolvidas por eles mesmos”, fala.
O grupo se apresentou em quatro CMEIS. Também foram convidados a se apresentar em asilos, outras escolas na Semana da Leitura e até em outras cidades da região. Ainda este ano, os participantes pretendem iniciar novas pesquisas para apresentar novos contos. “É um projeto que tem muito para crescer ainda”, fala. Também devem desenvolver um projeto de contação de história na biblioteca, com intuito de aproximar as pessoas das obras literárias, incentivando a leitura.
Para setembro, o grupo pretende estrear uma peça inédita. “Queremos desenvolver a adaptação de uma ópera para o teatro e todo o cenário e figurino serão pensados e produzidos a partir de materiais recicláveis”, diz. O projeto, que se chama “Teatro Sustentável” envolve todos os alunos da rede de ensino de Imbituva, já que a arrecadação do material reciclável está acontecendo nas escolas. 
O grupo mantém um blog, que pode ser acessado a partir do site da Prefeitura Municipal de Imbituva.

Fonte

quarta-feira, 8 de junho de 2011

I Seminário Municipal de Avaliação do processo de Inclusão Escolar da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla na Educação Básica

 No dia 30 de maio estiveram reunidos professores de classe especial, pedagogos e equipe de Educação Especial para o I Seminário Municipal de Avaliação do processo de Inclusão Escolar da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla na Educação Básica, por determinação da Federação Nacional das APAEs, com o objetivo de  discutir a política pública de inclusão em face à nova perspectiva da educação inclusiva iniciada pela edição do Decreto Federal n,o 6.571/2008, que trata do Atendimento Educacional  Especializado.
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As questões indutoras para debates foram distribuídas em quatro grandes eixos que integram a Programação do Seminário proposta pela FENAPAEs, disponível em www.apaetocantins.org.br/notícias, publicada em 07.02.2011 (Ofício Circ. FEAPAES – TO nº 05/2011):
I – Estrutura das escolas regulares;
II – Socialização;
III – Aprendizagem;
IV – Satisfação.






A proposta de realização do referido Seminário busca, também avaliar os avanços e dificuldades encontradas no sistema comum de ensino, bem como discutir o papel das escolas especiais neste contexto